Publicação da autoria de Fonte Externa:
BNA
15/08/2018
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BNA
15/08/2018
1 – Taxas de Juro
Taxa Básica do BNA: 16,5%
Facilidade Permanente de Cedência de Liquidez: 0%
Facilidade Permanente de Absorção de Liquidez – Overnight: 0%
Facilidade Permanente de Absorção de Liquidez – 7 Dias: 0%
BT – 91 dias: 16,15%
BT – 182 dias: 20,25%
BT – 364 dias: 23,90%
OT-TX – 2 anos: 7,00%
OT-TX – 3 anos: 7,25%
OT-TX – 4 anos: 7,50%
OT-TX – 5 anos: 7,75%
2 – Taxas de Inflação
Dados referentes ao mês de Julho de 2018
Inflação Mensal: 1,25%
Inflação Acumulada: 9,55%
Inflação Homóloga: 19,01%
3 – LUIBOR
Overnight: 16,34%
1 Mês: 16,04%
3 Meses: 16,70%
6 Meses: 17,60%
9 Meses: 18,11%
12 Meses: 18,71%
1 – BNA
Taxas oficiais do Banco Nacional de Angola
USD 268,60 (Compra 268,29 Venda 268,91) – Variação (+) 5,33%
EUR 306,02 (Compra 305,63 Venda 306,40) – Variação (+) 2,99%
2 – BANCA COMERCIAL
Taxas dos Bancos Comerciais em Angola
2.1 – Divisas
USD 271,60 (Compra 268,91 Venda 274,29) – Variação (+) 5,34%
EUR 309,47 (Compra 306,40 Venda 312,53) – Variação (+) 2,99%
2.2 – Venda de Notas
USD 274,29 – Variação (+) 5,34%
EUR 312,53 – Variação (+) 2,99%
3 – KINGUILAS – Compra e Venda de Notas
Taxa média aplicada pelo Mercado de Rua em Angola
USD 375,00 – Variação (+/-) 0%
EUR 425,00 – Variação (-) 4,49%
4 – PRIVATE DEALS – Compra e Venda de Divisas Bancárias
Taxas médias aplicadas através de negociação entre particulares
USD 425,00 – Variação (+/-) 0%
EUR 470,00 – Variação (-) 2,08%
A inflação homóloga em Angola registou em Julho o mais baixo valor desde Fevereiro de 2016 com uma taxa de 19,01%, tendo a variação mensal dos preços, com uma taxa de 1,25%, sido a segunda mais baixa do ano, informou quinta-feira em Luanda o Instituto Nacional de Estatística (INE).
O INE salientou que a taxa de variação homóloga registou uma redução de 8,28 pontos percentuais comparativamente à observada no mês homólogo de 2017 (27,29%) e de 14,71 pontos percentuais relativamente a Julho de 2016 (33,72%).
A nota sobre a evolução do Índice de Preços no Consumidor Nacional (IPCN), que mede a variação dos preços em todo o território nacional, revela que os maiores aumentos em Julho registaram-se as províncias de Malanje (3,11%), Bengo (1,89%), Cunene (1,75%) e Uíge (1,58%), enquanto os menores ocorrerem na Lunda Sul (0,76%), Cuando Cubango (0,81%), Namibe e Cabinda (ambos com 0,88%).
A inflação homóloga foi influenciada pelos aumentos verificados na classe de despesa Vestuário e Calçado, com 2,11%, destacando-se também as subidas dos preços nas classes Bens e Serviços Diversos (1,63%), Saúde (1,61%) e Lazer, Recreação e Cultura (1,57%).
Publicação da autoria de Fonte Externa:
Angola
17/08/2018
A Justiça britânica confirmou hoje a decisão de desbloquear 3.000 milhões de dólares que a Quantum Global geria em representação do Fundo Soberano de Angola (FSDEA), anunciou a empresa fundada pelo suíço-angolano Jean-Claude Bastos de Morais.
A informação consta de um comunicado da Quantum Global enviado à agência Lusa, referindo que um juiz do Supremo Tribunal Britânico voltou a confirmar a retirada da ordem de congelamento na sua totalidade daqueles investimentos do FSDEA, emitida em abril, a pedido do Governo de Angola.
Além de confirmar a decisão de julho, de libertar integralmente a ordem mundial de congelamento (WFO) dos 3.000 milhões de dólares imposta à Quantum Global e a Jean-Claude Bastos de Morais – empresário que está a ser investigado pela Justiça angolana -, a decisão de hoje critica os fundamentos apresentados pelos consultores jurídicos do FSDEA neste processo.
Abordando alegações originadas na investigação jornalística denominada “Paradise Papers”, citada pelos consultores do FSDEA neste processo, o juiz declarou que não existem evidências que “sugiram” que o uso de estruturas ‘offshore’ pela Quantum “fosse outra coisa senão a forma normal e legítima que o grupo estruturou, para fins tributários, regulatórios e outros propósitos comerciais apropriados”. Ou mesmo “que o uso pessoal de Jean Claude de tais estruturas não era seu ‘modus operandi’ normal por razões pessoais legítimas”.
“A Quantum Global vai concentrar-se agora em resolver problemas nas Ilhas Maurícias e na Suíça, onde o congelamento pelas autoridades das contas bancárias da empresa e a suspensão de sua licença comercial prejudicaram gravemente os negócios da empresa”, refere o comunicado, sobre as ordens de congelamento das operações solicitadas pelas autoridades angolanas.
De acordo com a empresa, as ações movidas pelas autoridades das Maurícias “impediram a Quantum Global de administrar seus investimentos em África e pagar à sua equipa por cinco meses”, sendo que, sublinha, as autoridades das Maurícias continuam “sem divulgar oficialmente a razão de suas ações contra a Quantum Global e seu fundador, apesar dos repetidos apelos por uma audiência justa de acordo com o devido processo legal”.
O antigo presidente do conselho de administração do FSDEA, José Filomeno dos Santos, sócio de Jean-Claude Bastos de Morais e visado neste processo, está a ser investigado pela Procuradoria-Geral da República de Angola sobre a gestão de ativos daquela instituição, confirmou anteriormente à Lusa aquela instituição.
De acordo com fonte da Procuradoria, a investigação visa “alguns aspetos” da gestão do FSDEA – constituído com 5.000 milhões de dólares injetados pelo Estado – e além de José Filomeno dos Santos, filho do ex-Presidente angolano, José Eduardo dos Santos, e envolve Jean Claude Bastos de Morais, presidente e fundador da Quantum Global, empresa que geria a maior parte dos ativos do fundo.
Ambos já foram ouvidos neste processo, de acordo com a mesma fonte.
José Filomeno dos Santos foi exonerado do cargo de presidente do FSDEA pelo novo chefe de Estado angolano, João Lourenço, em janeiro último.
Numa entrevista recente, João Lourenço disse estar “à caça” dos recursos do FSDEA.
“Estamos num processo de procurar reaver esses mesmos recursos. Como sabe, foram colocados à disposição do Fundo Soberano 5.000 milhões de dólares – nesta altura deveria existir mais do que isso – porque aquilo é um fundo de investimento e quando se investe, o objetivo é multiplicar os recursos. O que sabemos é que temos menos do que esse valor inicial e mesmo assim temos uma ideia de onde é que esses recursos estão: nas Maurícias, em Inglaterra, noutros cantos do planeta e estamos neste momento num processo de reaver esses mesmos recursos”, afirmou.
O Presidente angolano acrescentou que “o normal seria, no ato de transferência de pastas, de um conselho de administração para o outro”, o anterior conselho de administração “abrir o jogo de forma transparente e dizer onde esses recursos estão”.
“Isso não aconteceu e se aconteceu não foi convincente”, afirmou João Lourenço, numa alusão à forma como José Filomeno dos Santos conduziu o FSDEA.
Publicação da autoria de Fonte Externa:
Lusa
16/08/2018
LEILÃO DE DIVISAS Nº 35, DE 13-08-2018 |
BAI |
4.375.000,00 |
BIC |
4.375.000,00 |
SOL |
4.000.000,00 |
BPT |
2.757.880,10 |
VTB |
2.660.000,00 |
ATL |
2.500.000,00 |
BFA |
2.187.500,00 |
BPC |
2.187.500,00 |
BVB |
2.000.000,00 |
BCH |
1.875.000,00 |
KEVE |
1.188.789,90 |
SBA |
1.096.250,00 |
BNI |
1.000.000,00 |
BPT |
724.911,00 |
BPG |
500.532,89 |
BCA |
500.000,00 |
BCGA |
500.000,00 |
BCS |
333.608,11 |
YETU |
238.028,00 |
TOTAL |
35.000.000,00 |