Empresários chineses querem aumentar investimentos em Angola

Os investimentos de empresários chineses, em sectores da economia nacional como Pescas, Energia, Agricultura, Portos, Cultura, Comércio, Telecomunicação e Comunicação Social, tenderão a aumentar nos próximos tempos, tendo em conta o interesse que os chineses têm na exploração das potencialidades naturais de Angola.

Para concretização desta intenção, está desde (quinta-feira), em Luanda, uma delegação composta por quatro empresas chinesas do município de Qingdao, República Popular da China, para constatar e avaliar o ambiente de negócios em Angola, bem como estabelecer parcerias económicas com os empresários angolanos, numa acção da Câmara de Comércio Angola China (CAC).

O responsável, que falava à imprensa, no final de uma Conferência de Cooperação Económica, Comercial e Cultural entre a cidade de Qingdao e Angola, realizada pela CAC, reconheceu as oportunidades de negócio que o País oferece, em vários domínios da actividade económica, mostrando-se satisfeito com o novo ciclo económico de Angola.

Explicou que Qingdao é uma das maiores cidades da China, com um PIB de cerca de 16 mil milhões de dólares e uma população estimada em 10 milhões de habitantes.

Durante a Conferência de Cooperação Económica, Comercial e Cultural, a Câmara de Comércio Angola China e a cidade de Qingdao rubricaram um acordo de cooperação, no domínio da formação de empresários angolanos e chineses, visando o aperfeiçoamento da Língua Portuguesa, mandarim e conhecimento da legislação dos dois países.

Na ocasião, o presidente da CAC, Arnaldo Calado, afirmou que encontro visou, essencialmente, estabelecer parcerias de investimento entre os respectivos empresários.

Apontou a produção em grande escala de feijão, gindungo e o quiabo como os principais produtos os chineses mais procuram no mercado angolano.

A título de exemplo, revelou, recentemente um cidadão chinês pretendia adquirir 30 toneladas de gindungo/semana, mas o mercado angolano não oferecia nem oferece esta quantidade, facto que fez perder o cliente para outros mercados do continente africano.

Publicação da autoria de Fonte Externa:
Mercado
16/11/2018

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