Biocom pretende protecção da concorrência internacional

Luís Bagorro Júnior, director-adjunto da Companhia acredita que a colocação do açúcar produzido pela empresa no mercado angolano tem estado a ser condicionada pelo excesso de importação do produto.

A direcção da Companhia de Bioenergia de Angola (Biocom) pretende a adopção de medidas que protejam a indústria açucareira angolana e que “eliminem a concorrência desleal entre o açúcar nacional e o importado”, disse o director-geral adjunto, Luís Bagorro Júnior.

A declaração foi feita após um um encontro de auscultação entre os responsáveis da referida unidade fabril e os secretários de Estado da Indústria e da Agricultura, Ivan do Prado e José Carlos Bettencourt.

Segundo Luís Bagorro Júnior, colocação do açúcar produzido pela empresa no mercado angolano tem estado a ser condicionada pelo excesso de importação do produto.

O director-geral adjunto elogiou o Decreto o Decreto n.º 23/2019, que visa regular a produção interna e criar incentivos aos produtores nacionais, bem como, a subsidiação de 45% do gasóleo para actividade agrícola a partir de 2019.

Publicação da autoria de Fonte Externa:
Mercado
04/03/2019

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