Autor: Eliana Mendes - Author

BNA fecha três meses seguidos sem realizar leilão e consolida saída do mercado cambial

O Banco Nacional de Angola (BNA) completou em Julho três meses consecutivos sem realizar uma única sessão de leilões de divisas para o mercado bancário nacional, reflectindo assim a consolidação da sua retirada das operações e maior autonomia ao mercado de câmbio oficial, de acordo com constatação feita pela FORBES, com base nos relátórios sobre o tema disponibilizados pelo órgão regulador.

O mapa e calendário dos resultados dos leilões mostram que Abril deste ano foi a última vez que o banco central angolano realizou uma sessão de venda de moeda estrangeira ao mercado, com uma colocação de 50 milhões de dólares, dos quais só pouco mais da metade, precisamente 26,6 milhões é que foram despachados e absorvidos por cinco dos 25 bancos comerciais da praça.

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Estado tem créditos de 430 mil milhões Kz da privatização de activos

IGAPE afirma que continua a registar incumprimentos no cronograma de pagamento, por parte de empresas que venceram os concursos.

O Executivo angolano tem a receber 430 mil milhões Kz dos 806 mil milhões das vendas dos 41 activos alienados, no âmbito do Programa das Privatizações (Propriv), em curso desde 2019, informou ontem o administrador do Instituto de Gestão de Activos e Participações do Estado (IGAPE), Augusto Kilekemala.

Augusto Kilekemala que falava num webinar, referiu que agora existe um total de 139 activos, dos 195 previstos, após ajustes feitos em Fevereiro deste ano, com a retirada de 70 empresas do sector das pescas artesanais e o acréscimo de outras 14 ao pacote actual.

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Remessas dos portugueses em Angola subiram 1,2% para 21,1 milhões

As remessas enviadas pelos emigrantes portugueses em Angola subiram 1,2% em junho, para 21,1 milhões de euros, de acordo com os dados disponibilizados pelo Banco de Portugal (BdP).

De acordo com o regulador financeiro, os portugueses a trabalhar em Angola enviaram 21,16 milhões de euros, o que representa uma subida de 1,2% face aos 20,9 milhões de euros que tinham enviado em junho do ano passado. Como é habitual, os dados de Angola representam a quase totalidade das verbas enviadas pelos portugueses nos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP).

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Diário da República – I.ª Série n.º 4 de 7 de Janeiro de 2021

DOCUMENTO SÉRIE DATA
Iª Série
 (Assembleia Nacional)
I
07/01/2021
Aprova os Planos de Trabalho dos Grupos de Deputados Residentes para o Ano Parlamentar 2020-2021.
Iª Série
 (Assembleia Nacional)
I
07/01/2021
Da Expropriação por Utilidade Pública. – Revoga a Portaria n.º 14 507, de 19 de Agosto, e a Portaria n.º 23 404, de 17 de Junho, que tornaram extensivos a Angola a Lei n.º 2030, de 22 de Junho de 1948, e o Decreto n.º 43.587, de 8 de Abril de 1961, bem como toda a legislação que contrarie o presente Diploma.
 

BNA avalia riscos do uso do “Blockchain”

O governador do Banco Nacional de Angola (BNA), José de Lima Massano, disse, nesta quarta-feira, que estão a ser avaliados os riscos do uso da tecnologia de pagamento em dinheiro “criptográfico” conhecido por “Blockchain”. O Blockchian é um tipo de Distribuited Ledger Tecnology (DLT) que usa blocos para registar e armazenar dados sobre transacções que ocorrem, usando o seu sistema, geralmente, associado a criptomoedas como Bitcoin, Ethereum e outros.

José Massano, que foi orador no webinar sobre “ Inclusão Financeira e Globalização” promovido pela Academia de Santa Catarina, justifica a necessidade da protecção, em primeiro lugar, dos clientes e pesquisas em torno dos benefícios que envolvem esta nova modalidade de troca de moeda. “Temos de ver se é uma modalidade aceitável.

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Covid-19: Banco Africano prevê inflação de 25% e recessão de até 5,3% em Angola

O Banco Africano de Desenvolvimento reviu em baixa as perspetivas para a economia de Angola, atencipando agora uma recessão que pode chegar a 5,3% e um aumento de 24,3% nos preços este ano.

“A pandemia de covid-19 e a dramática redução nos preços do petróleo minaram os esforços das reformas, exacerbando a situação macroeconómica que já era frágil, e limitando as perspetivas para uma rápida recuperação económica”, lê-se no suplemento às Perspetivas Económicas Regionais, o relatório anual do BAD sobre as economias africanas.

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