Etiqueta: #diamantes

Governo angolano aprovou fim do monopólio da venda de diamantes e criou Agência de Petróleos e Gás

O Governo angolano aprovou hoje o Regulamento Técnico de Comercialização de Diamantes Brutos que, na prática, põe fim ao monopólio da venda do mineral, e criou formalmente a Agência Nacional de Petróleos e Gás (ANPG), a nova concessionária nacional.
Continue reading “Governo angolano aprovou fim do monopólio da venda de diamantes e criou Agência de Petróleos e Gás”

Diamantes: Mina do Lulo encaixa mais 4 milhões USD

Os australianos da Lucapa Diamond Company divulgaram em comunicado que procederem a mais uma venda de um lote de diamantes em bruto extraídos da mina do Lulo, na Lunda Norte, num total de 4,2 milhões de dólares norte-americanos, mas deixaram as “preciosidades” para mais tarde colocar no mercado.
Continue reading “Diamantes: Mina do Lulo encaixa mais 4 milhões USD”

Angola registou queda na venda de diamantes

O volume de comercialização de diamantes, no terceiro trimestre deste ano, atingiu 1.5 milhões de quilates, menos 857,9 quilates em relação ao trimestre anterior, de acordo com dados apresentados ontem, em Luanda, num encontro no Ministério dos Recursos Minerais e Petróleos, onde as empresas do sector apresentaram o balanço das suas actividades.
Continue reading “Angola registou queda na venda de diamantes”

Angola tem reserva de diamantes superior a mil milhões de quilates

Angola tem potencial diamantífero nas regiões norte e nordeste do país, com dados que indicam para a existência de um total de recursos em reservas de diamantes superior a mil milhões de quilates.

A informação foi divulgada esta sexta-feira durante a apresentação de um estudo sobre o “Potencial Diamantífero de Angola: Presente e Futuro”, realizado pelos serviços geológicos da diamantífera russa Alrosa e da estatal angolana, Endiama.

No que diz respeito aos kimberlitos, são responsáveis por 950 mil milhões de quilates, enquanto os aluviões correspondem a mais de 50 mil milhões de quilates.

O director-adjunto da Alrosa na área de pesquisa e prospecção geológica, Victor Ustinov, que apresentou o estudo, referiu que esses dados demonstram que o potencial kimberlítico de Angola é 15 vezes superior ao potencial aluvionar.

“Ao mesmo tempo, podemos dizer que em Angola existem territórios com muito boa probabilidade de descoberta de novas jazidas de diamantes”, disse, acrescentando que a empresa conjunta da Alrosa e Endiama, a Kimang, está a realizar os seus trabalhos de prospecção geológica numa dessas áreas.

O estudo refere que Angola tem territórios com grandes probabilidades de descoberta de diamantes.

Os resultados da pesquisa apontam que os territórios que abrangem as províncias da Lunda Norte, Lunda Sul, Malange e Bié apresentam alto potencial diamantífero. Sem probabilidades de existência de diamantes estão as províncias do Uíge, Zaire, Luanda e Bengo.

Com potencial provável, o estudo indica os territórios integrados pelas províncias do Cuanza Norte, Cuanza Sul, Huambo, Huíla, Benguela, onde poderão ser descobertas reservas kimberlíticas com teor médio de diamantes e reservas aluvionares de média dimensão.

Ainda por esclarecer o seu potencial estão as províncias Cuando Cubango, Moxico e Namibe, devendo ser realizado trabalhos de investigação científica, defendeu o responsável.

Victor Ustinov sublinhou que uma vez realizados estudos de investigação adicionais é possível aumentar o potencial diamantífero de Angola em pelo menos 50%. “Com o potencial de 1,5 mil milhões de quilates de diamantes podemos estar seguros de que o sector de mineração se vai desenvolver de forma significativa”, disse, indicando trabalhos que devem ser desenvolvidos nesse sentido.

“É necessário desenvolver novos métodos de prospecção que permitam descobrir jazidas kimberlíticas e aluvionares a grandes profundidades, usando métodos de estudos geofísicos, geoquímicos, análises de imagens espaciais e estudos analíticos”, disse.

Ao finalizar, Victor Ustinov sublinhou que o potencial diamantífero de Angola “é muito alto e nos próximos anos o país será palco de grandes descobertas”.

No final da apresentação, em declarações à imprensa, o ministro da Geologia e Minas de Angola, Francisco Queiroz, disse que a informação apresentada é de grande utilidade para Angola, “não só para efeitos pedagógicos, científicos, como também para o trabalho que se está a realizar de recolha de informação ao nível do Plano Nacional de Geologia (Planageo)”.

Francisco Queiroz disse que Angola está a trabalhar com as autoridades da Rússia para a recolha geológica em posse dos russos, trabalhos realizados para integrar na base de dados do Planageo.

 

Publicação da autoria de Fonte Externa:

Jornal de Negócios
30/06/2017, 17:55