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FMI prevê recessão de 0,3% em Angola este ano

O Fundo Monetário Internacional (FMI) prevê um crescimento económico negativo de 0,3% do PIB para Angola este ano, antecipando depois uma expansão de 1,2% em 2020 e uma aceleração para 3,8% em 2024.

De acordo com o relatório sobre as Perspetivas Económicas Mundiais, divulgado hoje em Washington, os peritos do FMI afirmam que “a economia de Angola, por causa do declínio na produção petrolífera, deve contrair-se este ano e recuperar apenas moderadamente no próximo”.

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Dívidas de Angola não batem certo

Um ano depois da ofensiva diplomática em Luanda do primeiro-ministro, António Costa, ter dado o pontapé de saída, o movimento de regularização das dívidas de Angola às construtoras portuguesas regista avanços favoráveis, mas as contas nem sempre batem certo e uma boa parte dos intervenientes está insatisfeita com os resultados.

O tema é uma moeda de duas faces. Há o lado benigno que resulta de negociações fechadas, pagamentos realizados e dinheiro a circular. Segundo o Ministério dos Negócios Estrangeiros, os acordos firmados “diretamente entre as empresas e as autoridades angolanas” já drenaram 75 mil milhões de kwanzas (€182 milhões) e “representam três quartos da dívida certificada até à data”.

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Estado emite dívida pública para pagar prejuízos do BNA

O prejuízo em 2017 deveu-se, sobretudo, a provisões para perdas por imparidade no valor 333,4 mil milhões Kz, cerca de 2 mil milhões USD.

O Ministério das Finanças foi autorizado pelo Presidente da República a proceder a uma emissão especial de Obrigações de Tesouro até 75,8 mil milhões Kz para a cobertura do prejuízo do Banco Nacional de Angola (BNA) no exercício de 2017.

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FMI exorta Governo angolano a eliminar subsídios aos combustíveis, água e eletricidade

O representante do Fundo Monetário Internacional (FMI) em Angola defendeu hoje a “eliminação dos subsídios” aos combustíveis, água e eletricidade no país, porque “beneficiam os mais ricos”, e a implementação de “programas de apoio às pessoas mais vulneráveis”.

“A nossa posição nesse sentido é clara, os subsídios aos combustíveis, à água e à eletricidade são ineficientes e (…) beneficiam, principalmente, as pessoas mais ricas, porque são as que mais consomem e mais se apropriam dos subsídios”, afirmou Max Alier, em declarações aos jornalistas, em Luanda.

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FMI quer fim do sigilo bancário, sanções sociais aos devedores ao Fisco e novos impostos

Depois de “forçar” o corte na despesa e nos investimentos públicos, o Fundo Monetário Internacional aperta agora pela via dos impostos com medidas que podem render 104,5 mil milhões Kz em receitas fiscais. Especialistas alertam para riscos de uma queda abrupta no consumo e aumento do desemprego.

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Apesar do FMI, atrasados externos aumentaram

O stock de atrasados externos de Angola aumentou 8% para 4 mil milhões USD desde as negociações para o programa de financiamento do Fundo Monetário Internacional (FMI) ao País no final de 2018, depois de o Executivo ter detectado atrasados externos adicionais, mas também porque bancos correspondentes estrangeiros rejeitaram pagamentos devido à inadequação das normas internacionais sobre combate ao branqueamento de capitais e financiamento ao terrorismo.

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